Entendendo a Competência 01

1. O efeito de humor na tirinha de Jim Daves é decorrente da

a) ausência de criticidade do telespectador comum.

b) comparação entre uma pessoa e uma galinha.

c) impertinência da colocação do gato no contexto.

d) incapacidade do homem de distinguir a realidade.

e) incoerência presente na opinião do homem.

 

Hipermídia é um termo criado pelo estadunidense Ted Nelson, em 1960. Utilizada como uma extensão do termo hiperlink, a hipermídia promoveu a fusão dos vários tipos de mídia – como áudio, vídeo, texto e gráficos – para criar um meio de comunicação único, de leitura não linear, características próprias e gramática peculiar.

Apesar de o termo ter sido criado nos anos 1960, a ideia de hipermídia já vinha sendo proposta desde meados de 1945, por Vannevar Bush. Em seu trabalho, Bush propôs a criação de uma máquina chamada Memex, capaz de armazenar várias informações em sua memória. Com essa máquina, segundo Bush, os conhecimentos poderiam ser somados e guardados em um único lugar, além de poderem ser acessados rapidamente quando fosse necessário.

HIPERMÍDIA: surgimento e evolução. Tecmídia. Disponível em: <http://tecmidia.wikidot.com>. Acesso em: 22 set. 2016. (adaptado)

 

2. o que diz respeito à relação entre a hipermídia e o conhecimento por ela produzido, o texto apresentado deixa claro que a hipermídia

a) desencadeia um evento textual-interativo em que o leitor ocupa um papel passivo.

b) utiliza a televisão como principal instrumento de divulgação de áudios e vídeos.

c) produz novas formas de adquirir conhecimento por caminhos distintos e não sequenciais.

d) favorece a divulgação de informações não lineares, abdicando de flexibilidade e interação.

e) aumenta as distâncias entre leitor e autor, reduzindo a capacidade de interação do processo comunicativo.

 

Colônias de formiga são enormes micaretas. Elas fazem transmissões boca a boca o tempo todo, com todas as primas e filhotes da colônia. Esses beijos são chamados de trofalaxia e não são muito românticos: através deles, as formigas transmitem comida regurgitada para alimentar umas às outras. Mas uma pesquisa recente mostrou que esse beijo-vômito tem funções muito maiores que a alimentação.

Os pesquisadores desconfiaram que os beijos babados das formigas iam além da alimentação quando viram que a primeira coisa que uma formiga isolada do ninho faz quando encontra outra formiga é tascar-lhe um beijão. Através do boca-a-boca, algumas substâncias contidas no fluido funcionam como uma “certidão” da colônia de origem da formiga – tanto que o comportamento dos indivíduos depois do beijão é diferente quando se trata de formigas parentes ou de colônias diferentes.

https://super.abril.com.br. Acesso em: 05 dez. 2016 (Fragmento adaptado)

 

3. O texto jornalístico, publicado em uma revista de divulgação científica, assemelha-se a um texto científico-acadêmico na medida em que

a) faz uso adequado do registro informal.

b) apresenta análise detalhada dos dados.

c) explica a biografia consultada.

d) utiliza muitos termos técnicos.

e) explica fenômenos desconhecidos.

 

Neste momento de pós-verdade e relativismo incontido, a pergunta sobre o que é a “verdade”, como encontrá-la e se, uma vez encontrada, ela terá ainda alguma importância para o debate das políticas públicas parece completamente fora de lugar. Mas são questões fundamentais que devem prescindir o comportamento de duas profissões: a dos que ainda creem que existe uma realidade objetiva que impõe limites e pode ser apreendida pelo método científico e a do jornalismo honesto.

Este é muito importante para aproximar a sociedade do conhecimento “científico”, que não revela a “verdade”, mas pode ajudar a rejeitar, pela acumulação e evidências, a “inverdade”.

NETTO, A. D. Na era da ‘pós-verdade’, jornalismo honesto deve esclarecera sociedade. Folha de S. Paulo. Colunistas. 29 mar. 2017.

 

4. Na coluna, o autor expõe a ideia de que o dever do jornalismo é

a) Debater temas por meio do método científico.

b) Expor dados científicos ao invés de atualidades.

c) Apresentar a verdade sobre os fatos sociais.

d) Fomentar visões críticas baseadas em evidências.

e) Relatar as notícias de forma objetiva.

(Adaptado: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/45229-charge.shtml)

5. A charge apresenta uma reflexão a respeito

 

a) da ingenuidade dos cadeirantes brasileiros.

b) dos constantes obstáculos que um deficiente precisa superar ao longo da vida.

c) do preconceito que dificulta a integração do cadeirante em sociedade.

d) do descaso do mercado imobiliário para com as necessidades dos cadeirantes.

e) das medidas ineficientes para garantir a autonomia dos cadeirantes no Brasil.

 

A morte do lápis e da caneta

 

Boa notícia para as crianças americanas. Vai ficando optativo, nos Estados Unidos, escrever em letra de mão.

Um dos últimos a se renderem aos novos tempos é o Estado de Indiana, que aposentou os cadernos de caligrafia agora em julho.

O argumento é que ninguém precisa mais disso: as crianças fazem tudo no computador e basta ensinar-lhes um pouco de digitação. Depois do fim do papel, o fim do lápis e da caneta! Tem lógica, mas acho demais. Sou o primeiro a reclamar das inutilidades impostas aos alunos durante toda a vida escolar, mas o fim da escrita cursiva me deixa horrorizado.

A máquina de calcular não eliminou a necessidade de se aprender, ao menos, a tabuada; não aceito que o teclado termine com a letra de mão.

A questão vai além do seu aspecto meramente prático. A letra de uma pessoa é como o seu rosto. Como todo mundo, gosto de ver como é a cara de um escritor, de um político, de qualquer personalidade com quem estou travando contato - e logo os e-mails virão com o retrato do remetente, como já acontece no Facebook.

(COELHO, Marcelo. Folha de São Paulo, 20/07/2011)

 

6. Nesse artigo, o autor, por meio dos recursos verbais, propõe-se a contradizer a tese de que escrita cursiva

 

a) represente um traço de identidade dos indivíduos.

b) seja obsoleta num mundo imerso na cultura digital.

c) constitua importante ferramenta pedagógica que estimula o raciocínio.

d) ainda apresente alguma utilidade no mundo moderno, imerso na tecnologia.

e) continue a ser ensinada nas escolas porque os cadernos foram substituídos pelo computador.

Cartaz afixado nas bibliotecas centrais e setoriais da Universidade Federal de Goiás (UFG), 2011.

 

7. (ENEM 2012) Considerando-se a finalidade comunicativa comum do gênero e o contexto específico do Sistema de Biblioteca da UFG, esse cartaz tem função predominantemente

 

a) socializadora, contribuindo para a popularização da arte.

b) sedutora, considerando a leitura como uma obra de arte.

c) estética, propiciando uma apreciação despretensiosa da obra.

d) educativa, orientando o comportamento de usuários de um serviço.

e) contemplativa, evidenciando a importância de artistas internacionais.

 

Na sociedade moderna, a maioria das relações humanas é medida e mediada pelo dinheiro. O dinheiro que você tem define onde você mora, o que come, como se veste e se desloca, sua educação e sua saúde. Por isso, ricos e pobres, materialistas e desprendidos, avarentos e perdulários, portadores ou não de cartões de crédito, todos têm de saber lidar com o dinheiro, pois ele permeia todos os aspectos da vida.

Vida simples. Ed. 74, dez. 2008 (adaptado).

 

8. O texto trata de um tema relevante para o cotidiano de todas as pessoas: a relação pessoal com o dinheiro. A enumeração apresentada no último período demonstra a

a) preocupação com as classes menos favorecidas.

b) importância do desprendimento em relação ao dinheiro.

c) igualdade diante da relação pessoal com o dinheiro.

d) relevância dos cartões de crédito para as pessoas atualmente.

e) inquietação em relação ao materialismo.

Gabarito:

1- E     2-C     3- E    4- D    5- E    6- B    7- D    8- C   

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